Segmentação, criativos e sazonalidade. Tudo que aprendi gerenciando campanhas para destinos do Nordeste.
Mais de R$200 mil investidos em Meta Ads para o setor de turismo ensinam coisas que nenhum curso cobre. A principal: turismo é um dos setores com a jornada de compra mais longa e mais emocional do mundo. Isso muda tudo na forma como você estrutura campanhas.
O erro mais comum que vejo: investir pesado em julho porque é alta temporada. O problema é que em julho as pessoas já decidiram onde vão. A janela de decisão para turismo de verão começa em maio. Para o carnaval, em novembro. Chegar tarde significa competir com todo mundo no leilão mais caro do ano.
Vídeos curtos (15-30s) de destinos em formato vertical com os primeiros 3 segundos impactantes superam qualquer foto estática. A diferença de CTR chega a 3x. Mas o criativo que mais converte é o depoimento em vídeo de um cliente real — autenticidade vende mais que produção.
Em turismo, as pessoas compram sensações antes de comprar passagens. O criativo que evoca emoção sempre supera o que lista atributos.
Públicos muito segmentados no turismo tendem a ser pequenos demais para o algoritmo otimizar. A melhor abordagem que encontrei: públicos amplos com orçamento suficiente para o Meta aprender, combinados com exclusão de compradores recentes. Lookalike de 1% de compradores anteriores é consistentemente o público com melhor ROAS.
Retargeting de visitantes do site com vídeo de depoimento converte 4x mais que banner estático. E o abandono de carrinho em turismo é alto — sequência de e-mail + retargeting juntos recuperam entre 15% e 25% dessas oportunidades.